O que eu NÃO aprendi ao ficar desempregada - Créditos Giovanna Rossin Jornalista - linkedin.com
Do contra mesmo: o que eu não aprendi nos primeiros cinco meses em que estive desempregada – e deveria ter entendido na primeira semana em que me vi naquela situação. Com essa chamada, minha intenção é deixar claro que o período em que mais perdi tempo na vida foi, ironicamente, aquele em que eu mais tive tempo de sobra. Engraçado que só me dei conta quando o cenário estava prestes a mudar, semanas antes de eu recomeçar a trabalhar. Aos 23 anos, jornalista recém-formada e entusiasta de redações, me vi confusa e desiludida. A revista para qual eu trabalhava fechou. Essa é, prometo, a frase mais dramática deste texto, mas não poderia deixar de dizer. Porque o fato de eu ter tomado consciência dessa minha desilusão, que tem a ver com as mudanças pelas quais a comunicação tem passado, me ajudou muito. Claro que considero aqui o meu contexto e os meus dramas, que certamente não são os de outras pessoas que se viram na mesma situação, como as que têm famílias para sustentar...